O governador Ricardo Coutinho anunciou, nesta sexta-feira (19), três ações de segurança que reforçarão as ações de enfrentamento da violência doméstica e sexual contra mulher na Paraíba: a abertura da segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa; a publicação do decreto estadual de criação da Delegacia Especializada da Mulher de Monteiro, além da oficialização do funcionamento da Coordenação da Delegacias Especializadas da Mulher, que será subordinadatotal, serão 11 delegacias
especializadas em funcionamento no Estado.Com o título “A insegurança que envergonha a Paraíba mata cruelmente mais uma mulher”, o Promotor Marinho Mendes Machado fez publicar nesta segunda-feira (22) um artigo de sua autoria no qual o mesmo critica a política pública de segurança do governo RC ao referir-se ao episódio envolvendo duas mulheres e um bebê, os quais foram sequestrados e as mulheres foram estupradas e violentadas, onde uma delas não resistiu e veio a óbito na noite do último sábado (19).
![]() |
| Promotor Marinho Mendes |
Marinho Mendes que acompanhou o desenrolar das primeiras investigações para chegarem ao paradeiro das vítimas se solidarizou com as famílias e afirmou que a insegurança e a violência envergonham a Paraíba e colocam o estado sob a pecha de “paraíso da violência”.
Confira a seguir a íntegra do artigo de Marinho Mendes:
Na sexta feira(19), as mulheres Glória da Silva e Caroline Félix Nogueira, amigas e residentes no Conjunto dos Bancários, foram a uma festinha de São João na Escola onde estudava o filho de Caroline, na volta, enquanto as duas se despediam na frente da casa de uma delas, foram abordadas por dois fora da lei que a obrigaram a guiar até o município de Goiana, no vizinho Estado de Pernambuco e lá, dentro de um canavial, num local inteiramente deserto, desabitado, estupraram as duas mulheres indefesas, as duas mães de família exemplares, as duas mães carinhosas e dedicadas.
Além do horror das sevícias sexuais, eles torturavam com golpes violentos as vítimas indefesas, cujas marcas no rosto e nos corpos demonstram o incompreensível sadismo praticado com um ser humano vulnerável, inerme, inofensivo como eram as duas mulheres, pois a única luta que aprenderam a lutar foi a do amor, da doação, da solidariedade, e num verdadeiro transe diabólico, seus imoladores as amarraram e com o veículo delas, passaram várias vezes sobre os seus corpos nus e violados, num espetáculo bestialógico e insano, que chocou os dois Estados do Brasil.
Glória da Silva, uma baiana da cidade de Campo Formoso não resistiu ao suplício e ao cruel flagelo e veio a óbito ainda no local do famigerado ato criminoso.
A família de Glória é de uma cidade da Bahia de nome Campo Formoso e pude verificar nos olhos de amigos e parentes (passamos o dia todo perambulando em hospitais e outras instituições) o desapontamento com a Paraíba e apesar de ser baiano, amo a Paraíba talvez mais do que o meu Estado e por isto a defendo muitas vezes com o próprio sentimento do coração do que com a própria razão, mas nauela hora agudamente doída, a única coisa que pude fazer foi chorar a imensa e irreparável dor com todos eles e concordar que verdadeiramente vivemos num pedacinho do Brasil, cuja insegurança e violência nos deixam cobertos de vergonha, por falta de uma política de segurança pública em nosso sublime torrão que não merece a pecha de “paraíso da violência”.
É óbvio e mais do que cristalino que nunca foi pensada uma política pública de segurança, uma vez que se algo tivesse sido formatado nesse horizonte, as ações de segurança não permitiriam o genocídio de mulheres, de jovens e de outras minorias na capital e no Estado, o qual é o’concur em todas as estatísticas de violência no Brasil e no mundo.
Há muito tempo já verberamos aqui que a primeira providência que um gestor deveria executar seria uma pesquisa séria e bem trabalhada de quais tipos de ilícitos ocorrem mais em cada bairro e em cada cidade e de posse desses dados, formatar o projeto de segurança pública, uma vez que num bairro onde os delitos de maior incidência sejam homicídios, as ações de segurança devem ser diferentes de outro onde o maior número de infrações seja contra o patrimônio.
Se isto já tivesse ocorrido, mas para isto segurança teria que ser prioridade, sem proselitismo e publicidade enganosa, o Bairro dos Bancários já teria um monitoramento em todas as ruas, controlado de uma das salas da secretaria de segurança e sem dúvida alguma, teriam captado os dois suspeitos numa motocicleta desfilando tranquilamente pelas ruas do Conjunto dos Bancários, livres de qualquer abordagem, uma vez que a carência de pessoal, obriga os marqueteiros do governo a orientar que viaturas desfilem nos logradouros com um ou dois policiais, e de forma antiética, dando uma fugaz sensibilidade de segurança ao cidadão mais desatento.
Assim, ficam os nossos sentimentos às famílias enlutadas, rogando a Deus que lhes proporcionem forças para superar o trauma e mais ainda, rogando a Deus em sua imensa bondade, que interfira, para que A INSEGURANÇA QUE ENVERGONHA A PARAÍBA, não oportunize a ocorrência de outras imolações, as quais deixam marcas traumáticas de forma perpétua em parentes e amigos e o pior, esses atos deixam a população aterrorizadas com o descaso que é a segurança em nosso Estado.
Do ExpressoPB
O governador Ricardo Coutinho anunciou, nesta sexta-feira (19), três ações de segurança que reforçarão as ações de enfrentamento da violência doméstica e sexual contra mulher na Paraíba: a abertura da segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa; a publicação do decreto estadual de criação da Delegacia Especializada da Mulher de Monteiro, além da oficialização do funcionamento da Coordenação das Delegacias Especializadas da Mulher, que será subordinada diretamente à Delegacia Geral da Polícia Civil. No total, serão 11 delegacias especializadas em funcionamento no Estado.
O governador Ricardo Coutinho anunciou, nesta sexta-feira (19), três ações de segurança que reforçarão as ações de enfrentamento da violência doméstica e sexual contra mulher na Paraíba: a abertura da segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa; a publicação do decreto estadual de criação da Delegacia Especializada da Mulher de Monteiro, além da oficialização do funcionamento da Coordenação das Delegacias Especializadas da Mulher, que será subordinada diretamente à Delegacia Geral da Polícia Civil. No total, serão 11 delegacias especializadas em funcionamento no Estado.
O anúncio foi feito durante a visita às obras do novo prédio da Central de Polícia, onde funcionará a segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa. O detalhe é que ela terá prédio e entrada com acesso próprio.
“Temos a necessidade por parte do Estado de imprimir ações mais vigorosas no combate à violência contra a mulher por meio da criação de mais duas Delegacias Especializadas da Mulher, em Monteiro e João Pessoa, privilegiando, assim, a região do Cariri, carente de delegacia especializada dessa natureza e também as mulheres dos bairros de João Pessoa localizados na região Sul”, disse o governador Ricardo Coutinho.
Segundo a coordenadora geral das Delegacias da Mulher da Paraíba, Maísa Félix, após 28 anos, o Governo está criando a segunda Delegacia Especializada da Mulher de João Pessoa. “Na verdade era um sonho a criação de mais uma delegacia na Capital com prédio próprio e acesso totalmente independente e também de uma delegacia para atender a demanda do Cariri. Realmente agora termos mais condições de oferecer um atendimento mais humanizado”, disse a delegada Maísa.
Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, a criação de mais duas delegacias e de uma Coordenação Estadual das Delegacias da Mulher atuando diretamente à Delegacia Geral reforçará o atendimento das mulheres numa perspectiva de garantir maior agilidade e acesso aos serviços preconizados na Lei Maria da Penha.
A coordenadora geral da União Brasileira de Mulheres na Paraíba, Lourdes Meira, celebrou a criação de mais duas delegacias e disse que é uma vitória no atendimento de uma reivindicação antiga do Movimento de Mulheres. “Será muito importante como instrumento de segurança para as mulheres do Cariri e em João Pessoa, que necessitava ampliar o atendimento. Agora vamos buscar mais delegacias em outras regiões e já estamos dialogando com o governo neste sentido”, disse Lourdes Meira.
Delegacias da Mulher – Em toda a Paraíba já existem 11 estruturas de atendimento à mulher vítima de violência, instaladas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Patos, Sousa, Cajazeiras, Queimadas e Esperança. “Essas especializadas trabalham com uma equipe multidisciplinar. Além de policiais, psicólogos, assistentes sociais e advogados também dividem o trabalho que, nesses casos, vai além da investigação e eventual punição do agressor. Auxiliamos as mulheres agredidas e familiares a encontrarem o caminho da não violência através de assistência jurídica e psicossocial”, afirmou a delegada Maísa Félix.
No Estado, a fim de enfrentar a violência de gênero, as mulheres ainda contam com o Programa Mulher Protegida, que disponibiliza para vítimas de violência acesso ao SOS Mulher, um dispositivo instalado em um aparelho celular, pelo qual a mulher pode entrar em contato direto com a polícia no caso de se sentir ameaçada. Também é possível denunciar por meio dos telefones 197, Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social.
O governador Ricardo Coutinho anunciou, nesta sexta-feira (19), três ações de segurança que reforçarão as ações de enfrentamento da violência doméstica e sexual contra mulher na Paraíba: a abertura da segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa; a publicação do decreto estadual de criação da Delegacia Especializada da Mulher de Monteiro, além da oficialização do funcionamento da Coordenação das Delegacias Especializadas da Mulher, que será subordinada diretamente à Delegacia Geral da Polícia Civil. No total, serão 11 delegacias especializadas em funcionamento no Estado.
O anúncio foi feito durante a visita às obras do novo prédio da Central de Polícia, onde funcionará a segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa. O detalhe é que ela terá prédio e entrada com acesso próprio.
“Temos a necessidade por parte do Estado de imprimir ações mais vigorosas no combate à violência contra a mulher por meio da criação de mais duas Delegacias Especializadas da Mulher, em Monteiro e João Pessoa, privilegiando, assim, a região do Cariri, carente de delegacia especializada dessa natureza e também as mulheres dos bairros de João Pessoa localizados na região Sul”, disse o governador Ricardo Coutinho.
Segundo a coordenadora geral das Delegacias da Mulher da Paraíba, Maísa Félix, após 28 anos, o Governo está criando a segunda Delegacia Especializada da Mulher de João Pessoa. “Na verdade era um sonho a criação de mais uma delegacia na Capital com prédio próprio e acesso totalmente independente e também de uma delegacia para atender a demanda do Cariri. Realmente agora termos mais condições de oferecer um atendimento mais humanizado”, disse a delegada Maísa.
A coordenadora geral da União Brasileira de Mulheres na Paraíba, Lourdes Meira, celebrou a criação de mais duas delegacias e disse que é uma vitória no atendimento de uma reivindicação antiga do Movimento de Mulheres. “Será muito importante como instrumento de segurança para as mulheres do Cariri e em João Pessoa, que necessitava ampliar o atendimento. Agora vamos buscar mais delegacias em outras regiões e já estamos dialogando com o governo neste sentido”, disse Lourdes Meira.
Delegacias da Mulher – Em toda a Paraíba já existem 11 estruturas de atendimento à mulher vítima de violência, instaladas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Patos, Sousa, Cajazeiras, Queimadas e Esperança. “Essas especializadas trabalham com uma equipe multidisciplinar. Além de policiais, psicólogos, assistentes sociais e advogados também dividem o trabalho que, nesses casos, vai além da investigação e eventual punição do agressor. Auxiliamos as mulheres agredidas e familiares a encontrarem o caminho da não violência através de assistência jurídica e psicossocial”, afirmou a delegada Maísa Félix.
No Estado, a fim de enfrentar a violência de gênero, as mulheres ainda contam com o Programa Mulher Protegida, que disponibiliza para vítimas de violência acesso ao SOS Mulher, um dispositivo instalado em um aparelho celular, pelo qual a mulher pode entrar em contato direto com a polícia no caso de se sentir ameaçada. Também é possível denunciar por meio dos telefones 197, Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social.
O governador Ricardo Coutinho anunciou, nesta sexta-feira (19), três ações de segurança que reforçarão as ações de enfrentamento da violência doméstica e sexual contra mulher na Paraíba: a abertura da segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa; a publicação do decreto estadual de criação da Delegacia Especializada da Mulher de Monteiro, além da oficialização do funcionamento da Coordenação das Delegacias Especializadas da Mulher, que será subordinada diretamente à Delegacia Geral da Polícia Civil. No total, serão 11 delegacias especializadas em funcionamento no Estado.
O anúncio foi feito durante a visita às obras do novo prédio da Central de Polícia, onde funcionará a segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa. O detalhe é que ela terá prédio e entrada com acesso próprio.
“Temos a necessidade por parte do Estado de imprimir ações mais vigorosas no combate à violência contra a mulher por meio da criação de mais duas Delegacias Especializadas da Mulher, em Monteiro e João Pessoa, privilegiando, assim, a região do Cariri, carente de delegacia especializada dessa natureza e também as mulheres dos bairros de João Pessoa localizados na região Sul”, disse o governador Ricardo Coutinho.
Segundo a coordenadora geral das Delegacias da Mulher da Paraíba, Maísa Félix, após 28 anos, o Governo está criando a segunda Delegacia Especializada da Mulher de João Pessoa. “Na verdade era um sonho a criação de mais uma delegacia na Capital com prédio próprio e acesso totalmente independente e também de uma delegacia para atender a demanda do Cariri. Realmente agora termos mais condições de oferecer um atendimento mais humanizado”, disse a delegada Maísa.
Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, a criação de mais duas delegacias e de uma Coordenação Estadual das Delegacias da Mulher atuando diretamente à Delegacia Geral reforçará o atendimento das mulheres numa perspectiva de garantir maior agilidade e acesso aos serviços preconizados na Lei Maria da Penha.
A coordenadora geral da União Brasileira de Mulheres na Paraíba, Lourdes Meira, celebrou a criação de mais duas delegacias e disse que é uma vitória no atendimento de uma reivindicação antiga do Movimento de Mulheres. “Será muito importante como instrumento de segurança para as mulheres do Cariri e em João Pessoa, que necessitava ampliar o atendimento. Agora vamos buscar mais delegacias em outras regiões e já estamos dialogando com o governo neste sentido”, disse Lourdes Meira.
Delegacias da Mulher – Em toda a Paraíba já existem 11 estruturas de atendimento à mulher vítima de violência, instaladas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Patos, Sousa, Cajazeiras, Queimadas e Esperança. “Essas especializadas trabalham com uma equipe multidisciplinar. Além de policiais, psicólogos, assistentes sociais e advogados também dividem o trabalho que, nesses casos, vai além da investigação e eventual punição do agressor. Auxiliamos as mulheres agredidas e familiares a encontrarem o caminho da não violência através de assistência jurídica e psicossocial”, afirmou a delegada Maísa Félix.
No Estado, a fim de enfrentar a violência de gênero, as mulheres ainda contam com o Programa Mulher Protegida, que disponibiliza para vítimas de violência acesso ao SOS Mulher, um dispositivo instalado em um aparelho celular, pelo qual a mulher pode entrar em contato direto com a polícia no caso de se sentir ameaçada. Também é possível denunciar por meio dos telefones 197, Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social.
O anúncio foi feito durante a visita às obras do novo prédio da Central de Polícia, onde funcionará a segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa. O detalhe é que ela terá prédio e entrada com acesso próprio.
“Temos a necessidade por parte do Estado de imprimir ações mais vigorosas no combate à violência contra a mulher por meio da criação de mais duas Delegacias Especializadas da Mulher, em Monteiro e João Pessoa, privilegiando, assim, a região do Cariri, carente de delegacia especializada dessa natureza e também as mulheres dos bairros de João Pessoa localizados na região Sul”, disse o governador Ricardo Coutinho.
Segundo a coordenadora geral das Delegacias da Mulher da Paraíba, Maísa Félix, após 28 anos, o Governo está criando a segunda Delegacia Especializada da Mulher de João Pessoa. “Na verdade era um sonho a criação de mais uma delegacia na Capital com prédio próprio e acesso totalmente independente e também de uma delegacia para atender a demanda do Cariri. Realmente agora termos mais condições de oferecer um atendimento mais humanizado”, disse a delegada Maísa.
Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, a criação de mais duas delegacias e de uma Coordenação Estadual das Delegacias da Mulher atuando diretamente à Delegacia Geral reforçará o atendimento das mulheres numa perspectiva de garantir maior agilidade e acesso aos serviços preconizados na Lei Maria da Penha.
A coordenadora geral da União Brasileira de Mulheres na Paraíba, Lourdes Meira, celebrou a criação de mais duas delegacias e disse que é uma vitória no atendimento de uma reivindicação antiga do Movimento de Mulheres. “Será muito importante como instrumento de segurança para as mulheres do Cariri e em João Pessoa, que necessitava ampliar o atendimento. Agora vamos buscar mais delegacias em outras regiões e já estamos dialogando com o governo neste sentido”, disse Lourdes Meira.
Delegacias da Mulher – Em toda a Paraíba já existem 11 estruturas de atendimento à mulher vítima de violência, instaladas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Patos, Sousa, Cajazeiras, Queimadas e Esperança. “Essas especializadas trabalham com uma equipe multidisciplinar. Além de policiais, psicólogos, assistentes sociais e advogados também dividem o trabalho que, nesses casos, vai além da investigação e eventual punição do agressor. Auxiliamos as mulheres agredidas e familiares a encontrarem o caminho da não violência através de assistência jurídica e psicossocial”, afirmou a delegada Maísa Félix.
No Estado, a fim de enfrentar a violência de gênero, as mulheres ainda contam com o Programa Mulher Protegida, que disponibiliza para vítimas de violência acesso ao SOS Mulher, um dispositivo instalado em um aparelho celular, pelo qual a mulher pode entrar em contato direto com a polícia no caso de se sentir ameaçada. Também é possível denunciar por meio dos telefones 197, Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social.
O anúncio foi feito durante a visita às obras do novo prédio da Central de Polícia, onde funcionará a segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa. O detalhe é que ela terá prédio e entrada com acesso próprio.
“Temos a necessidade por parte do Estado de imprimir ações mais vigorosas no combate à violência contra a mulher por meio da criação de mais duas Delegacias Especializadas da Mulher, em Monteiro e João Pessoa, privilegiando, assim, a região do Cariri, carente de delegacia especializada dessa natureza e também as mulheres dos bairros de João Pessoa localizados na região Sul”, disse o governador Ricardo Coutinho.
Segundo a coordenadora geral das Delegacias da Mulher da Paraíba, Maísa Félix, após 28 anos, o Governo está criando a segunda Delegacia Especializada da Mulher de João Pessoa. “Na verdade era um sonho a criação de mais uma delegacia na Capital com prédio próprio e acesso totalmente independente e também de uma delegacia para atender a demanda do Cariri. Realmente agora termos mais condições de oferecer um atendimento mais humanizado”, disse a delegada Maísa.
Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, a criação de mais duas delegacias e de uma Coordenação Estadual das Delegacias da Mulher atuando diretamente à Delegacia Geral reforçará o atendimento das mulheres numa perspectiva de garantir maior agilidade e acesso aos serviços preconizados na Lei Maria da Penha.
A coordenadora geral da União Brasileira de Mulheres na Paraíba, Lourdes Meira, celebrou a criação de mais duas delegacias e disse que é uma vitória no atendimento de uma reivindicação antiga do Movimento de Mulheres. “Será muito importante como instrumento de segurança para as mulheres do Cariri e em João Pessoa, que necessitava ampliar o atendimento. Agora vamos buscar mais delegacias em outras regiões e já estamos dialogando com o governo neste sentido”, disse Lourdes Meira.
Delegacias da Mulher – Em toda a Paraíba já existem 11 estruturas de atendimento à mulher vítima de violência, instaladas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Patos, Sousa, Cajazeiras, Queimadas e Esperança. “Essas especializadas trabalham com uma equipe multidisciplinar. Além de policiais, psicólogos, assistentes sociais e advogados também dividem o trabalho que, nesses casos, vai além da investigação e eventual punição do agressor. Auxiliamos as mulheres agredidas e familiares a encontrarem o caminho da não violência através de assistência jurídica e psicossocial”, afirmou a delegada Maísa Félix.
No Estado, a fim de enfrentar a violência de gênero, as mulheres ainda contam com o Programa Mulher Protegida, que disponibiliza para vítimas de violência acesso ao SOS Mulher, um dispositivo instalado em um aparelho celular, pelo qual a mulher pode entrar em contato direto com a polícia no caso de se sentir ameaçada. Também é possível denunciar por meio dos telefones 197, Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social.



0 comentários:
Postar um comentário
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do Blog 'Política hora 1... !'